Geralmente adentra a igreja em passos lentos cumprimentando aos que estão assentados nas pontas dos bancos e falando, quase a murmurar, palavras de saudação que nem sempre são compreendidas e geralmente acompanhado de um ou mais cachorros.
Eis porque carinhosamente foi apelidado por todos como "Valdemar dos cachorros".
Outra coisa interessante é que quando Valdemar chega á igreja, alguns torcem para que ele não assente no mesmo banco, não pela pessoa dele, mas com medo de serem mordidos por seus cães.
Dizem alguns conhecidos do Valdemar, que quando ele entra no ônibus, seus cachorros saem em disparada para casa, e que quando lá ele chega, seus cachorros já estão a esperá-lo na porta de casa.
Este é o Valdemar que buscamos homenagear e registrar na história de nossa terra.
